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HISTÓRIA E PERFIL ECONÔMICO

Origem

Campinas concentra um grande número de indústrias de ponta e exibe feições de metrópole. Mas um pólo de ciência e tecnologia não surge da noite para o dia.Na história da antiga "Campinas do Mato Grosso" podem ser encontrados os elementos para compreender a cidade como ela é hoje e buscar inclusive perspectivas e soluções para o futuro da Princesa D'Oeste. Durante muito tempo, a "princesa" esteve à frente do cenário econômico, social e político do País. Hoje, ela pode até mostrar em parte as vestes corroídas por uma perversa degradação de alguns espaços e serviços públicos, mas seu passado glorioso foi marcado pela pujança da economia cafeeira e por idéias, atitudes e políticos de vanguarda.

No meio do caminho
Na visão do historiador José Roberto de Amaral Lapa, do Centro de Memória da Unicamo (Universidade Estadual de Campinas), não era nada fácil atravessar o caminho dos Goiazes ou Guaianazes que o governo colonial mandou abrir para dar acesso às minas descobertas no atual Estado de Goiás. No meio do caminho, que exigia grande esforço de travessia, os viajantes deparavam com três clareiras ou campinhos. O lugar agradável lhes proporcionava descanso durante a travessia da mata compacta, cuja fama era de ter muitas tribos indígenas e animais ferozes. Por tropeiros e bandeirantes, o local foi ficando conhecido.

Por volta de 1720, sesmeiros passaram a requerer ao Rei sesmarias nas campinas. A partir daí, e até 1770, foi aumentando o número de requerimentos. Essa seria a fase proto-histórica da cidade, que começa com a chegada do primeiro homem, a derrubada da primeira árvore, a construção da primeira cabana e o início do desenvolvimento do aglomerado humano. .

Na primeira fase de sua história, longa, a trajetória que leva de povoado a freguesia, de freguesia a vila e, finalmente, de vila a cidade foi trilhada. Essa era seqüência que o Estado Monárquico português previa para suas cidades. "Observando o grau de ocupação humana e o nível de desenvolvimento econômico, o governo ia elevando os aglomerados de uma categoria a outra ao longo do tempo", conta Lapa. Em 1842, Campinas alcança o status de cidade.

Essa primeira Campinas, colonial, deixou poucos documentos. Inicialmente, o povoado adquiriu uma vida rural e desenvolveu uma economia de auto-consumo. A produção era para subsistência e o excedente simplesmente trocado com os vizinhos. Essa troca, em grande parte, caracterizava escambo, mas não demorou a surgir uma circulação de moedas, conta. Quando passou a haver uma quantidade maior de excedentes, iniciou-se uma acumulação de riquezas.

Grosso modo, a cidade pode ser considerada colonial até a primeira metade do século XIX . "Em 1822, o Brasil conquista sua soberania com a Independência, mas a cidade continua colonial, marcada por uma estabilidade ou mediocridade da vida urbana que dura mais de um século".

Café lavrado por escravos
Ainda como cidade colonial, Campinas superou a fase de economia de subsistência. Isso aconteceu entre 1770 e 1780, quando a cultura de cana-de-açúcar foi introduzida. "Não é possível precisar uma data, mas se pode estimá-la pelo exame dos dados referentes às exportações da província", afirma Lapa. Engenhos de açúcar em número considerável, tocados pelas mãos de escravos, possibilitaram o ingresso da cidade no circuito internacional de capital. Os senhores de engenho, ou "engenheiros", chegaram a acumular pequenas fortunas, mas formavam uma elite aristocrática ainda "sem refinamento nem desenvoltura".

Por volta de 1850 deu-se uma transição rápida da economia açucareira para a cafeeira. A sociedade local passou a ser senhorial. Os "engenheiros" se tornaram rapidamente fazendeiros do café. E enriqueceram também rapidamente. Havia uma demanda crescente do produto nos mercados estrangeiros. Os preços do café foram subindo. "Quem teve condições transformou seus canaviais em cafezais". A economia continuou a ser baseada no trabalho escravo. A cidade, porém, deixou de ter feições coloniais. Os fazendeiros do café passaram a ser os Barões do Café. Campinas se tornou capital agrícola da provínicia e passou a rivalizar com a cidade de São Paulo.

A princesa e os barões
Riqueza, refinamento cultural, investimentos que a sociedade senhorial fez na cidade para corresponder às expectativas de sua elite, transformaram a cidade por completo. Alterou-se todo o desenho urbano, criou-se um patrimônio arquitetônico de projeção nacional. A capital agrícola da provínica foi higienizada e recebeu o que havia de mais avançado em termos de ciência e tecnologia. A elite agrária se beneficiou muito disso. Campinas foi pioneira na promoção da imigração estrangeira das mais diversas nacionalidades, em larga escala, para o trabalho na lavoura.

Os imigrantes, aliás, escreveram capítulo à parte na história da cidade. Espanhóis e portugueses podem ser considerados imigrantes de todos os tempos. "Mas ao examinar documentos históricos referentes a essa época descobri que houve aqui uma hospedaria de imigrantes, passagem obrigatória para todos os estrangeiros", conta Lapa. Na Hospedaria dos Imigrantes, eles ficavam até conseguir trabalho nas fazendas. No século XIX, chegaram grandes contingentes de alemães, italianos e suíços. Uma verdadeira rede de atendimento à saúde, à educação e à cultura foi montada com empenho muito grande. Surgiu então uma metáfora por meio da qual a cidade se mirou: a Princesa do Oeste.

A década de 1870 marcou a chegada da modernidade a toda a região. A cidade de Campinas foi uma das primeiras a receber ferrovias. Os fazendeiros se quotizaram para construir duas estradas de ferro que vêm a se ramificar posteriormente. Nasceram aqui as duas mais importantes ferrovias do café. Mapas da década de 1920 ainda mostravam 1/3 do Estado de São Paulo como desconhecido. A penetração rumo ao Oeste foi facilitada pela malha ferroviária incipiente.

A cidade adquiriu um perfil capitalista e passou a ter uma sociedade burguesa. A essa altura, ser moderno era supostamente ser imigrantista e não mais escravista, republicano e não monárquico, urbano e não rural. Mudou o código de comportamento. Os Barões do Café cederam lugar a uma elite ilustrada de bacharéis, uma nova elite: comissários do café, banqueiros, atacadistas e fazendeiros do café que pareciam apresentar já uma mentalidade capitalista. Seus filhos passaram a estudar na Europa, e os próprios barões faziam viagens anuais ao Velho Mundo. O gabinete de leitura e o teatro municipal eram espaços culturais muito badalados. Associações culturais promoviam um "agito" que beneficiava a elite de todas as idades. A vida urbana local ganha destaque no cenário paulista. Em 1880, a população da cidade era equivalente à da capital.

Pobreza sob controle
Isso não quer dizer que a modernidade tenha apagado a mácula da escravidão e eliminado a pobreza. Imigrantes que não conseguiram "fazer a América" e descendentes de escravos não foram totalmente integrados à sociedade. Mas a pobreza foi bem administrada pela elite para evitar que os excluídos fugissem ao controle. Sob a liderança da Igreja Católica, com o primeiro bispo de Campinas, D. João Batista Correia, cidade monta todo um aparato filantrópico para atender todos os indivíduos pauperizados (órfãos, crianças abandonadas, mães solteiras, ex-escravos, imigrantes pobres, cegos, inválidos). Surgem o Asilo de Órfãos da Santa Casa de Misericórdia, o Asilo de Morféticos, o Asilo de Mendigos (que depois vira o Asilo dos Inválidos e hoje é o Lar dos Velhinhos), a Hospedaria dos Imigrantes, a Vila São Vicente de Paula, o Liceu de Artes e Ofícios (hoje: Liceu Salesiano). Criou-se também uma escola agrícola.

A elite tentou controlar, treinar e reproduzir a força de trabalho, evitando assim que esta se tornasse violenta ou se marginalizasse. No começo deste século surgiu até um Serviço de Mendicância. Os mendigos foram cadastrados e só podiam exercer sua "atividade" com uma placa exibindo dia, local e hora. Havia fiscalização. Eles chegaram a se mobilizar para requerer isenção de impostos. Não era só nisso que esses mendigos eram diferentes dos atuais - eles tinham casa, endereço, teto.

Projeção nacional
A elite de origem agrária acompanhou o processo de industrialização (artesanato, manufatura, indústria) mantendo a liderança, antecipando o Estado em iniciativas importantes. Francisco Glicério e Campos Salles foram políticos de projeção nacional. Eles diziam saber o melhor a fazer, promovendo uma mudança de regime político e queriam evitar os erros decorrentes da centralização do poder. Criticavam severamente o discurso segundo o qual a vocação agrária do país não deveria ser desviada.

Outros imigrantes começaram a se estabelecer. O século XX viu chegar eslavos, sírio-libaneses, japoneses. O Albergue Noturno foi criado por um movimento dos ferroviários, comovidos com a situação de famílias inteiras obrigadas a pousar ao relento sob os beirais dos armazéns das ferrovias. Eles estavam de passagem e não tinham onde dormir. O albergue atendeu de 1905 a 1910 a demanda de hospedagem provisória aos chegantes de nacionalidades tão diversas quanto inusitadas. "Gregos, canadenses, argentinos, franceses e ingleses estiveram por lá. Não é fácil, porém, saber se eles fixaram residência na cidade. "Encontrei entre os documentos contratos de trabalho de imigrantes belgas, é possível que outros tenham feito o mesmo".

Na década de 1960, a cidade tinha um porte considerável. O Estado se colocou à frente da descentralização da economia, que se interiorizou. A interiorização foi alavancada, em parte, pelos efeitos de estímulo e de encadeamento técnico gerados pela instalação de uma grande refinaria de petróleo, pela Petrobrás, em Paulínia. O processo de urbanização da cidade foi beneficiado pelo reforço no erário público proporcionado pela Reforma Tributária de 1956/66. Entre 1965 e 75, a renda per capita aumentou 57%.

Em 1970, houve uma grande explosão e a cidade viveu uma fase de grande expansão industrial. Isso é devido a três fatores principais:

1) Política de desenvolvimento agro-exportador
2) Programa Pró-Álcool
3) Presença da Unicamp e de institutos federais de pesquisa
O Programa do Álcool teve grandes efeitos de encadeamento com a indústria de bens de capital, que se localizaria maciçamente próxima da maior concentração alcooleira do Estado, nas regiões de Campinas e de Ribeirão Preto.

Os ramos de informática, microeletrônica e de telecomunicações também foram contemplados - na região de Campinas basicamente- por estatais federais, institutos de pesquisa e pela Unicamp.

As políticas espaciais do governo estadual de São Paulo também influenciaram essa descentralização, principalmente pela política de construção das grandes e modernas rodovias (Imigrantes, Castelo Branco, Bandeirantes) e da notável rede de estradas vicinais recentemente consolidada, encurtando as distâncias entre metrópole e interior, diminuindo os custos do transporte e alargando o horizonte de localização industrial.

Segundo Wilson Cano, não se devem esquecer outros dois elementos importantes que atuaram nesse processo. A extraordinária modernização e a expansão da agricultura paulista, que geraram forte impacto sobre a agroindústria e sobre as indústrias fornecedoras de insumos e bens de capital para esses setores, que também reorientaram, em parte, sua localização. Na década de 80, Campinas passou a deter 15,4% da produção industrial do Estado, mesmo quando experimentava uma desaceleração de seu crescimento.

Mas a década de 1970 também foi marcada pelo aumento do contingente de famílias e indivíduos pobres. O grande fluxo migratório fez deteriorar o serviço público em capacidade e qualidade de atendimento. A partir de então, nasceu e se expandiu uma periferia com são precárias condições de habitação. Ao mesmo tempo, multiplicaram-se os espaços vazios na malha da cidade, um padrão de expansão urbana que tornou crescentes os custos de implantação e operação da infra-estrutura e dos transportes.

Entre 1970 e 1980, mais de três milhões de pessoas migraram para o Estado de São Paulo. Houve também um êxodo rural interno que provocou o esvaziamento dos municípios menores. Essas características refletem o desenvolvimento de uma sociedade industrial sob condições de um capitalismo retardatário. E os problemas sociais decorrem da própria dinâmica da industrialização e da herança de atraso estrutural (desequilíbrio no aparato produtivo e entre as regiões, arcabouço político e jurídico, formas institucionais de organização e participação política). Além disso, há uma dominação do capital mercantil sobre a gestão e o processo de expansão física das cidades.

Em 1988, o aglomerado urbano de Campinas contava com 1.350.000 habitantes. A produção industrial da região só era superada pelo Estado de São Paulo, pela Grande São Paulo e pelo Estado do Rio de Janeiro, o que colocava Campinas na posição de segundo pólo de manufatura de São Paulo. Sua produção agropecuária era a segunda de São Paulo; seu movimento de exportações representava mais de 15% do total para o Brasil.

O intenso processo de desenvolvimento da cidade pode ser atestado por uma acentuada conurbação, pelo entroncamento rodo-ferroviário (destaque para a Anhangüera), pela modernização e pela expansão da agricultura, pela modernização e expansão da agricultura, a interiorização da indústria. O resultado foi uma intensa aglomeração de atividades econômicas na cidade.

Perfil atual

De acordo com Wilson Cano, do Cede-Unicamp, não é simples traçar a estrutura econômica da cidade hoje por ausência de censo. O último censo urbano da cidade foi feito em 1985. O município de Campinas é hoje eminentemente urbano. Há duas ou três fazendas em processo de extinção e loteamento. Existem poucos estabelecimentos de porte pequeno ou médio, mas a agricultura é de pequena expressão. Na região, a agricultura pode ser considerada de grande expressão, mas a cidade é industrial. Em sua maioria, as indústrias são de grande complexidade tecnológica: metalurgia, transportes, mecânica, informática e micro-eletrônica. A maior parte dos empregos é encontrada nessas áreas. O setor comercial e de serviços é muito desenvolvido. Não é mais necessário recorrer a São Paulo para encontrar lojas sofisticadas, médicos e advogados de altíssimo nível. Houve uma diversificação muito grande do setor nos últimos anos. Maior parte das demandas por serviços pode ser satisfatoriamente cobertas por Campinas.

Se em 1960 a cidade ostentava o status de primeiro município em qualidade de vida do país, hoje a criminalidade e a violência superam a Baixada Fluminense, RJ, em termos relativos. Os problemas urbanos se multiplicam sem que surjam soluções viáveis para revertê-los. "Acredito que, dentro do atual modelo de desenvolvimento, não serão encontrados os caminhos", afirma Cano.


 

Perfil econômico


Indústria
Campinas é a principal cidade de uma Região Administrativa (RA) que tem outros 21 municípios. Com 1 milhão de habitantes, a cidade é o segundo centro econômico, industrial, científico e tecnológico do Estado de São Paulo, atrás da Capital.

A indústria é a principal atividade econômica da cidade, representando 43% dos recursos movimentados pela economia no município. Em números absolutos, esses recursos representam cerca de R$ 360 milhões por mês, ou cerca de R$ 4,3 bilhões por ano, segundo dados da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic).

Campinas tem 4.725 empresas. Desse total, 1.450 (30,7%) são do setor da construção civil, 680 (15,9%) são de vestuário e 350 (7,4%) são de metalurgia. Na região estão instaladas 12.575, assim distribuídas: 163 de grande porte, 4.640 de médio porte, 3.873 de pequeno porte e 3.899 microempresas, segundo a Acic.


Região
Com cerca de 4 milhões de habitantes, a região de Campinas responde por 9% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.
Municípios: Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Mogi-Guaçú, Mogi-Mirim, Monte Mór, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D'Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos, e Vinhedo.

http://www.acicnet.org.br/

CIESP

A região de Campinas tem 413 empresas associadas à Ciesp-Campinas, distribuídas por 19 municípios, cujo faturamento conjunto atinge a cifra de R$ 10,68 bilhões. Essas empresas empregam 73.398 funcionários. Vinte e oito delas são multinacionais. As restantes 385 são brasileiras.


Distribuição de empresas por segmento
(em ordem decrescente)

Metalúrgico - 70
Eletro-eletrônico - 35
Químico/Petroquímico - 33
Mecânico - 30
Diversos - 25
Produção de minerais não-metálicos - 25
Auto-peças - 19
Têxtil - 17
Alimentos - 16
Prestadores de serviço - 15
Telecomunicações - 15
Papel e papelão - 13
Construção - 11
Mobiliário - 11
Confecção - 11
Gráfico - 10
Produção de materiais plásticos - 10
Comércio atacadista/varejista - 10
Borracha - 8
Farmacêutico - 8
Madereiro - 6
Entidades de classe - 6
Couro - 5
Bebidas - 4

http://www.fiesp.org.br/


Pólo de Tecnologia

A Companhia de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec) é uma empresa (sociedade anônima) municipal, para planejamento e execução da política de ciência e tecnologia no Pólo da Alta Tecnologia.

O Pólo de Alta Tecnologia de Campinas está instalado em duas áreas: Parque I, localizado próximo à Rodovia Dom Pedro I, e o Parque II, entre a Unicamp, PUC-Campinas e Rodovia Campinas-Mogi.

http://www.ciatec.org.br/


Empresas

3M do Brasil Ltda
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/733.htm

Asten & Companhia Ltda
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/32.htm

B & M
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/32.htm

Blinda Indústria e Comércio
http://www.blinda.com.br/
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados

Ceramica Santa Terezinha S/A
http://www.cst-isoladores.com.br/

CPFL - Companhia Paulista de Força e Luz
http://www.cpfl.com.br/

DGL Net (soluções de telecomunicações com tecnologias da Internet)
http://www.dglnet.com.br/

DMC do Brasil
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/783.htm
http://www.amcham.com.br/homepages/id126976.html

DPaschoal
http://www.dpaschoal.com.br/

Elemed Ltda Equipamentos Médico-Hospitalares Manutenção e Desenvolvimento
http://www.ciatec.org.br/elemed/index.htm

Elma Serviços Gerais Ltda
http://www.graber.com.br/elma/

Fotonica Tecnologia Optica Ltda
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/311.htm

GE-Dako
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/377.htm

Gevisa S/A
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/376.htm

Graber Techsystem Sistemas Integrados Ltda
http://www.graber.com.br/techsystem/

Hewlett-Packard Brasil S/A
http://www.abinee.org.br/abinee/associa/filiados/195.htm

Hollingsworth (sede industrial)
http://www.hollingsworth.com.br/

IBM
http://www.ibm.com.br/

Infovox Telecomunicações e Informática Ltda.
http://www.infovox.com.br/index.htm

Intelbras - Assistência Técnica
http://www.intelbras.com.br/

Lucent Technologies Network Systems Brasil Ltda
http://www.lucent.com.br/

MEK Serviços de Informática
http://www.geocities.com/sunsetstrip/7868/mek

Mercedes Benz
http://www.mercedes-benz.com.br/mbbrasil/campinas/campinas.htm

Pirelli
http://www.pirelli.com.br/

Redein Telecomunicações
http://www.redein.com.br/

Singer
http://www.singer.com.br/regional_campinas.htm

Soft Graf (produtos antivírus)
http://www.softgraf.com.br/trend.htm

Tormep (Tornearia Mecânica de Precisão)
http://www.tormep.com.br/

Trópico S.A. (centrais de comutação digital e outros produtos)
http://www.tropicosa.com.br/

Univen Petroquímica
http://www.univenpetroquimica.com.br/

COMÉRCIO

Dados de 1998 da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) revelam que a região de Campinas apresenta 37.450 estabelecimentos - 33.230 de comércio varejistas e 4.225 de comércio atacadista.

Em Campinas estão 16.044 estabelecimentos - 13.819 de comércio varejista e 2.225 de comércio atacadista.
O setor comercial representa 28% da geração de recursos financeiros do município. O comércio varejista contribui com 11,0% e o comércio atacadista com 17%, que correspondem a R$ 93 milhões e R$ 142 milhões, respectivamente, totalizando para o setor comercial um faturamento de R$ 235 milhões por mês e cerca de R$ 2,8 bilhões por ano.


http://www.acicnet.org.br/

SERVIÇOS

A região de Campinas tem, segundo dados de 1998, 33,5 mil estabelecimentos no ramo de serviços. Quase metade desses estabelecimentos (15.410) estão concentrados no município de Campinas, nos segmentos de alimentação, comércio, comunicação, financeiras, transportes, manutenção e conservação.
O setor representa cerca de 29,0% dos recursos financeiros gerados dentro da atividade econômica de Campinas. Em valores absolutos, esses recursos representam cerca de R$ 240 milhões por mês e cerca de R$ 2,9 bilhões por ano.

http://www.acicnet.org.br/

ORÇAMENTO

A região fiscal de Campinas representa cerca de 3,0% da arrecadação de tributos federais. Em 1998, a Receita Federal arrecadou R$ 2,9 bilhões de impostos federais na região. Do total arrecadado na região, Campinas corresponde a 34%.
Na arrecadação de tributos estaduais, a participação de Campinas representa 38,3% do total de toda região. No município, a soma dos impostos estaduais chega a R$ 996 milhões, segundo dados de 1998 da Receita Estadual 1998.

A Receita Orçamentária do Município de Campinas chegou a R$ 643 milhões em 1998, segundo dados da Secretaria de Finanças da Prefeitura Municipal de Campinas. No ano, total geral da Receita do município foi de R$ 972 milhões, resultado da soma da Receita Orçamentária e da Receita Extraordinária, de R$ 329 milhões em 1998.